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Cumprimos mais um bloco de 100 canções.

Da 101ª até a 200ª, variamos ainda mais os gêneros, em relação às 100 primeiras: teve hip-hop (Gabriel O Pensador e Planet Hemp, apenas), sons da pesada (CPM 22, Garotos Podres, Ratos de Porão, Gangrena Gasosa, Textículos de Mary, Angra), pós-punk/new wave (Plebe Rude, 365, Kid Abelha, Capital Inicial, Zero, Marcelo Bonfá), o “bom e velho rock n’ roll” (Raul Seixas e Marcelo Nova, Barão Vermelho, Cássia Eller, 14 Bis), jovem-guardices (Leno e Lílian, Erasmo e Roberto, O’Seis, Graforréia Xilarmônica), humor (Ultraje a Rigor, Mamonas Assassinas, Falcão), caipirices (Tião Carreiro com Pardinho ou Carreirinho, Almir Sáter, Boca Livre), regionalismos (Elba Ramalho, Alexandra Nicolas, Tetê Espíndola, Jackson do Pandeiro, Guinga), psicodelia (Zé Ramalho e Lula Côrtes, Júpiter Maçã), surf (Autoramas, Banda do Mar), choro contemporâneo (Marisa Monte, Diogo Nogueira e Hamilton de Holanda), pagode dos anos 1990 (Raça Negra, Art Popular), Vanguarda Paulistana (Premeditando o Breque, Luiz Tatit, Arrigo Barnabé), música infantil (Palavra Cantada, Adriana Partimpim), black music (Djalma Dias, Tim Maia, Seu Jorge), samba paulista (Adoniran Barbosa, Dona Inah, Ilcéi Mirian, Miúcha) e clássicos sambistas de todas as regiões e épocas (e esses foram vários: Beth Carvalho, Aline Calixto, Roberto Ribeiro, Toninho Geraes, Almir Guineto, Fundo de Quintal, Zé Keti, Bezerra da Silva, Nelson Sargento, Jorge Veiga, Candeia).

Alguns compositores receberam grande destaque, como Paulo César Pinheiro (Baden Powell, Alcione, Clara Nunes, Marisa Gata Mansa) e Chico Buarque (no já mencionado post sobre o Infierno, e também em Quarteto em Cy, Rui Faria e Ângela Maria).

Também foi possível observar a recorrência de núcleos composicionais, como o Clube da Esquina (Milton Nascimento, Tavinho Moura e Fernando Brant, Ronaldo Bastos/Celso Fonseca, além dos “associados” Sá e Guarabyra), e regionais, com os gaúchos bastante representados (entre os que não falei acima, Bebeto Alves, Humberto Gessinger, Cidadão Quem e Nenhum de Nós).

Nomes clássicos da MPB também apareceram em abundância, como Gilberto Gil, Leila Pinheiro, Baby Consuelo, Moraes Moreira, Toquinho, Geraldo Azevedo, o eterno João Gilberto e Ivan Lins (no post sobre o Batacotô). Entre os mais recentes, mas ainda assim associados à MPB de alguma forma, podemos citar Lobão, Maria Rita, Herbert Vianna, Carlinhos Brown e Ana Carolina.

Entre um som do interior de São Paulo e outro (Bifidus Ativus, Reggaço), houve a preocupação de trazer nomes bastante contemporâneos e promissores, como Luedji Luna, Larissa Luz e Alvaro Lancellotti.

Para os próximos 100 posts, tudo indica que pintarão mais novidades, muitas duplas, nomes prometidos anteriormente (mas não entregues) e gente bem obscura.

Agradeço novamente à audiência, que tem comparecido em número crescente: do 100º post pra cá, passamos de 200 para 400 visitantes mensais.

Sigamos em frente.

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