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O cerco se fecha: faltam apenas 65 posts!

Na sequência das publicações de número 201 a 300, mantivemos o compromisso de variar os gêneros e de não repetir artistas – com exceção para a pequena pilantragem em considerar Toquinho-Vinícius (post 78) como uma rubrica diversa de Vinícius & Toquinho (post 275).

Nos últimos posts, tivemos: axé (Mametto, Luiz Caldas, Daniela Mercury), blues (As Bahias e a Cozinha Mineira, Wilson Sideral, Blues The Ville), “velha” MPB (Djavan, Luiz Melodia), “nova” MPB (Célia Porto, Chico César, Zeca Baleiro), samba (Nei Lopes, Noel Rosa, Vinícius & Odete Lara, Paulinho da Viola e Elton Medeiros, Demônios da Garoa, Maria Gadú, Mr. Catra, Moacyr Luz e Armando Marçal, Novos Baianos, Leci Brandão, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Quinteto em Branco e Preto, Vinícius de Moraes e Toquinho, Paulo Vanzolini, Os Originais do Samba, Dudu Nobre, Wilson Moreira), rap (Rael, Marcelo D2), fado (Hermes Aquino, Monica Salmaso), caipirices (Leandro & Leonardo, Almir Sáter e Renato Teixeira), sons do Nordeste (Luiz Gonzaga, O Grande Encontro, Alceu Valença e Geraldo Azevedo, Vital Farias), sons do Sul (Os Almôndegas, Pouca Vogal, Vitor Ramil, Teixeirinha) e demais regionalismos/folclorices (Luiz Carlos Paraná, Ney Matogrosso – com Pedro Luís e A Parede ou com Aquarela Carioca –, Serena Assumpção, Juçara Marçal e Kiko Dinucci, Mariene de Castro, Geraldo Vandré, Sérgio Ricardo, Jair Rodrigues), reggae (Natiruts, Elza Soares), experimentos eletroacústicos (Vanessa da Mata e BaianaSystem, Lucas Santanna, Tribalistas), rock mais (Sepultura, Danger City, Patrulha do Espaço) ou menos pesado (Pitty, Made In Brazil, Vanguart), BRock e seus desdobramentos (Escola de Escândalo, Uns e Outros, M.M.D.C., Os Replicantes, Dulce Quental, Kleiderman, Carlos Maltz, Eduardo Dusek, Leoni, Humberto Gessinger Trio, Dinho Ouro-Preto, Leo Jaime, Flying Chair, Wander Wildner), pop-rock dos anos 1990 (Acústicos e Valvulados, Chico Science & Nação Zumbi, Sandy & Junior, Charlie Brown Jr., Jota Quest), rock setentista (Odair José, Ronnie Von) e música devocional (Os The Darma Lóvers).

Alguns compositores foram privilegiados, destacando-se a onipresente dupla Chico (Orquestra Mundana Refugi, Simone, João Pinheiro) e Caetano (Gal e Caetano, João Gilberto/Bethânia/Caetano/Gil, Caetano e Gil e, por extensão, Golŏnka), Paulo César Pinheiro (Mário Gil, Tom Jobim, Moyseis Marques e a já mencionada Monica Salmaso) e Belchior (Daíra, Pessoal do Ceará e, por extensão, Teago Oliveira), além das sempre necessárias menções ao Clube da Esquina (Roupa Nova, Rodrigo Borges, Som Imaginário).

A tarefa agora fica complicada, pois faltam ser abordados incontáveis cancionistas e intérpretes, muito mais gente do que caberia em apenas 65 posts. Sem contar que preciso atender a mais da metade dos pedidos! Será que damos conta?

O tempo responderá!

Obrigado a todas e todos que nos acompanharam até aqui.

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